Segmento de projetores busca diversificação
Estudo divulgado recentemente pelo instituto de pesquisas TFC, dos EUA, revela a força das principais marcas de projetores comercializadas no País. Várias delas estão presentes também no mercado brasileiro, mas nos últimos meses esses fabricantes vêm procurando diversificar suas linhas de produto para atrair o consumidor.
Se nos EUA Epson, Sony, Sharp e Panasonic são as marcas mais fortes, no Brasil somente as duas primeiras estão atuando (a Panasonic acaba de entrar no mercado). Mas todas, inclusive concorrentes como Hitachi e Sanyo, estão trazendo novidades para o mercado brasileiro. A Sanyo, por exemplo, acaba de lançar o PLC-XF71, projetor 3LCD que utiliza duas lâmpadas, com taxa de brilho de 10.000 lumens (no Japão, a empresa já tem um exemplar da geração 4LCD). Já a Hitachi traz um modelo compacto (1,7kg e 6cm de altura) com preço bem acessível: R$ 4.995.
Na linha dos ultra-compactos, as novidades vêm da 3M e da Dell. Ambas lançaram projetores que cabem, literalmente, na palma da mão. O MPro 110, da 3M, é alimentado por baterias recarregáveis e exibe imagens de até 50 polegadas. Utiliza a tecnologia LCoS (Liquid Crystal on Sylicon), uma variação do LCD, associada a lâmpadas do tipo LED. A última novidade nessa linha é o M109S (imagem ao lado), da Dell, um DLP que pesa apenas 400 gramas e consegue projetar imagens de até 60”.
E outras inovações estão chegando. A italiana SIM2 está acoplando a seus modelos Grand Cinema C3X 1080 e HT5000E um media center, com capacidade de gerenciar filmes em Blu-ray e DVD, jogos para PlayStation e Xbox, programas em HD e filmes que deverão ser disponibilizados online, no mercado americano, pela HDGiants.
Fontes: Electronic House, Planet Tech e hometheater.com.br
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